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sábado, 27 de dezembro de 2014



1. Treine o músculo problemático com mais frequência
Uma maneira certeira para forçar um músculo problemático a crescer é simplesmente treiná-lo com mais frequência. Por exemplo: o trapézio não cresce ? Experimente treinar este grupo muscular segunda, quarta e sexta por cerca de 6 semanas seguidas.
Você pode ter resultados incríveis apenas aumentando a frequência de um grupo muscular. Contudo, se você vai usar esta estratégia, é necessário tomar algumas precauções para que ela funcione.
Para começo de história, cuidado com o volume de treino. Se você vai treinar um músculo mais vezes na semana, é necessário diminuir o número total de séries que você costuma usar. Então, se você vai treinar trapézio (por exemplo), três vezes por semana, dois exercícios com três séries para cada já são mais do que suficiente.
O mesmo vale para a intensidade – você não vai poder levar o músculo até o limite três vezes por semana. Não é indicado treinar até a falha em todas as séries, em vez disso treine pesado como sempre, mas interrompa a série antes de falhar.
Com isto dito, deixe métodos como repetições forçadas, negativas, dropsets e outras insanidades para outro momento. Seu sistema nervoso agradece.
2. Isole o músculo problemático
Usar exercícios isoladores geralmente vai contra o senso comum de que devemos sempre dar preferência aos compostos. Contudo, nesta situação, quando temos um músculo que não quer crescer, isolá-lo pode ser uma ótima solução.
Imagine que o seu principal exercício para pernas é o agachamento livre – o melhor movimento que você pode fazer -, mas mesmo assim o seu quadríceps está ficando para trás em comparação aos músculos posteriores. Neste caso, experimente usar o agachamento no hack ou a extensora como primeiro exercício para isolar o quadríceps.




Quando o assunto é isolar o músculo, sempre selecione um exercício que você realmente consegue sentir o músculo trabalhando. Isto pode variar de pessoa para pessoa.
Por exemplo, algumas pessoas isolam muito bem o peitoral usando o crucifixo com halteres, outras nem tanto. Mas conseguem isolar usando o crossover ou até mesmo o crucifixo articulado. O que fazer você sentir o músculo, está valendo.
E antes de excluir um exercício por achar que ele não está isolando, tenha certeza absoluta que você está executando o exercício corretamente.
O crucifixo com halteres, por exemplo, muitas pessoas usam carga demais no exercício e precisam fazer uma espécie de supino reto porque não aguentariam se os braços estivessem esticados. Diminua a carga e faça corretamente!
3. Varie o número de séries e repetições
Todos nós temos um esquema de séries e repetições que consideramos favoritos, e muitas vezes, depois de criar o hábito, evitamos a qualquer custo (às vezes sem querer) usar outros estilos de treino. O problema é que se você tem um determinado grupo muscular que não cresce, continuar fazendo o que você sempre fez, talvez não seja a melhor alternativa.
Considerando isto, em vez de continuar usando o mesmo número de séries e repetições que sempre usou para o músculo problemático, adote um novo esquema. Abaixo segue algumas sugestões que poderão trazer resultados:
  • 5 séries de 4 a 6 repetições usando 150 a 180 segundos de descanso
  • 3 séries de 8 a 12 repetições usando 90 a 120 segundos de descanso
  • 3 séries de 15 a 20 repetições usando 30 a 60 segundos de descanso
4. Altere a velocidade das repetições
Assim como acontece com o número de séries e repetições, nós também tendemos a usar sempre a mesma velocidade durante a execução do exercício. Às vezes é necessário implementar variações para estimular o músculo problemático de maneira diferente.
Como regra geral, tenha certeza de estar fazendo porção concêntrica do exercício (vulgarmente, a subida) de maneira rápida e a excêntrica (a descida) de maneira lenta e controlada.
E se você já treina usando estas regras, experimente simplesmente diminuir a velocidade das repetições, tanto na subida quanto na descida, para aumentar o tempo sob tensão.
5. Faça supersets
De todas as maneiras para forçar um músculo problemático a crescer, esta é uma das minhas favoritas. Simplesmente faça dois ou três exercícios um atrás do outro, sem descanso.
Para músculos que não querem crescer, você pode usar uma superset de pré-exaustão; onde você começa a técnica usando um exercício isolado, seguido de um composto. De pós-exaustão; fazendo um exercício composto seguido de um isolador, ou fazendo dois exercícios compostos seguidos ou dois isoladores seguidos.
Alguns exemplos simples:
  • Um exemplo de superset de pré-exaustão seria fazer rosca concentrada seguida de rosca direta.
  • Um exemplo de superset de pós-exaustão seria fazer agachamento livre seguido de extensora.
  • Um exemplo comum de superset usando dois compostos seria fazer remada curvada seguida de puxada no pulley.
Independente de qual tipo de superset você use, o objetivo é o mesmo – taxas metabolicamente o músculo e força-lo a crescer.
Recapitulando
  • Se um músculo não está respondendo ao treino e está ficando para trás dos demais, considere treiná-lo até três vezes na semana.
  • Isole o músculo problemático no inicio do treino para ter certeza que o mesmo está recebendo estímulos diretos.
  • Em vez de usar sempre as mesmas séries e repetições, mude radicalmente por algumas semanas.
  • Experimente mudar a velocidade das repetições, se você costuma usar sempre a mesma há muito tempo.
  • Aplique supersets no músculo problemático, e varie entre os tipos (pré-exaustão, pós-exaustão, etc…).
Lembre-se que você não precisa aplicar todos os métodos ao mesmo tempo. Experimente um de cada vez, de acordo com a sua preferência, e veja qual funciona melhor para você.

Fonte:http://www.hipertrofia.org/blog/2014/12/09/5-maneiras-para-construir-musculos-que-nao-querem-crescer/

Postado As 08:50 Por Unknown

quinta-feira, 1 de maio de 2014




Bicep



EZ-bar curls, 6 sets, 6-8 reps, 200 lbs max weight
Incline dumbbell curls, 6 sets, 6-8 reps, 80s lbs max weight
Dumbbell concentration curls, 6 sets, 6-8 reps, 60 lbs max weight
Barbell preacher curls, 6 sets, 6-8 reps, 155 lbs max weight
One-arm cable curls, 6 sets, 8-10 reps, 60 lbs max weight


Tricep


Lying extensions, 6 sets, 6-8 reps, 200 lbs max weight
Bench dips, 6 sets, 6-8 reps, 135 lbs on legs max weight
One-arm dumbbell overhead extensions, 6 sets, 8-10 reps, 60 lbs max weight
Pushdowns, 6 sets, 8-10 reps, 250 lbs max weight
One-arm pushdowns, 6 sets, 8-10 reps, 100 lbs max weight









Fonte: http://www.flexonline.com/training/hardcore-contender-bertil-fox#sthash.2RYLNmhw.dpuf

Postado As 02:11 Por Unknown

sexta-feira, 18 de abril de 2014





Postado As 01:53 Por Unknown

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Aprenda dicas para construir incriveis bíceps

aprenda dicas para construir incriveis bíceps

Bíceps é  músculo responsável por dar altura e qualidade aos braços. Alguns dos melhores bíceps da história foram os de Arnold, Lary Scott, Nasser El Sonbaty e Markus Ruhl.
Nesse artigo, você vai aprender a construir bíceps com apenas 2 exercícios por semana. Mas, primeiro, vamos estudar cada um deles:

Rosca direta com barra reta – Esqueça barra EZ e menos ainda W.
Tipo: Força/Hipertrofia
Músculo Foco: Bíceps
Músculos auxiliares: Antebraços
Equipamento usado: Barra reta.
Tipo mecânico: Isolação
Dificuldade: Fácil
Tipo de força: Puxada
Conselho de execução: Contrair o abdômen, expirar na descida, respirar na subida. O movimento deve ser feito em velocidade lenta, sem qualquer tipo de roubo (nesse treino, roubos não são permitidos). É importante estabilizar o cotovelo e, principalmente o ombro para evitar roubos e uma possível lesão.
Comentário: Ótimo exercício para adquirir força e trabalhar o bíceps. Pessoas com problemas no cotovelo devem ficar atentas na execução e, parar imediatamente em caso de dor. Lembre-se de na fase negativa não estender 100% dos cotovelos. A extensão deve parar em aproximadamente 93%.


Rosca alternada sentado – Exagere na fase negativa e não roube!
Tipo: Força/Hipertrofia
Músculo Foco: Bíceps
Músculos auxiliares: Antebraços e deltóides anteriores
Equipamento usado: Halteres.
Tipo mecânico: Isolação
Dificuldade: Fácil
Tipo de força: Puxada
Conselho de execução: Contrair o abdômen, expirar na descida, respirar na subida. O movimento deve ser feito em velocidade super-lenta, sem qualquer tipo de roubo (nesse treino, roubos não são permitidos). É importante estabilizar o cotovelo e, principalmente o ombro para evitar roubos e uma possível lesão.
Comentário: Ótimo exercício para adquirir força e trabalhar o bíceps de forma mais isolada.  Pessoas com problemas no cotovelo devem ficar atentas na execução e, parar imediatamente em caso de dor. Lembre-se de na fase negativa não estender 100% dos cotovelos. A extensão deve parar em aproximadamente 93%.
Treino (deve ser feito apenas 1X na semana):
Rosca direta - 5X15 – Com progressão de carga. Por isso, não comece com cargas muito altas.
Descanso entre as séries: 1 min
Rosca alternada - 15-12-10-8 (para cada lado) – Com progressão de carga.
Descanso entre as séries: 1 min e 1,5 min na última.
Descanso entre os exercícios: 2,5 min

Postado As 08:32 Por Unknown

segunda-feira, 14 de abril de 2014

repetições lentas 




 Parece que o treino de musculação realizado com repetições lentas e pesos mais leves também pode proporcionar resultados sérios em termos de ganhos de força e de massa muscular.

Os praticantes de musculação que, devido a lesões ou doença só podem treinar com pesos leves, ainda podem conseguir obter um bom estímulo muscular a partir dos seus treinos se treinarem com os pesos leves de forma mais lenta que o normal.

Isto segundo o que sugere um estudo realizado em seres humanos na Universidade de Tóquio e que foi publicado no Journal of Aging and Physical Activity.
Os investigadores japoneses estão à procura de um método de treino que possa ajudar os idosos a combater a sarcopenia – a perda de massa muscular e de força que ocorre devido ao processo natural de envelhecimento.

O treino de musculação com pesos pesados ainda é o melhor método para desenvolver massa muscular, mas este tipo de treino é um pouco arriscado para as pessoas idosas e os investigadores pretendiam saber se é possível ganhar massa muscular treinando com pesos ligeiros.

Os investigadores recrutaram 40 voluntários idosos com idades entre os 59 e os 76 e colocaram-nos a treinar as pernas numa cadeira extensora e numa mesa flexora durante 12 semanas. Todos os voluntários treinaram duas vezes por semana.

Eles usaram pesos que eram cerca de 50% do peso com que seriam capazes de realizar apenas uma repetição (1RM). Realizaram três séries de 8 repetições em cada treino, com um minuto de descanso entre séries.
  • Metade dos voluntários treinaram com uma velocidade normal, o que significa que demoraram 1 segundo a realizar ambas as fases concêntrica e excêntrica dos movimentos. Uma repetição completa, incluindo a fase isométrica (durante a qual se mantêm os músculos fixos numa posição tensa), após a fase concêntrica, demorou três segundos .
  • A outra metade dos voluntários realizou os movimentos a uma velocidade exageradamente baixa. Demoraram 3 segundos a realizar os movimentos concêntricos e excêntrico. E demoraram 7 segundos a realizar uma repetição completa, incluindo a fase isométrica.
No final das 12 semanas, os voluntários que tinham treinado de forma lenta tinham ganho mais força e mais massa muscular do que os voluntários que treinaram da forma normal.




repetições lentas

Os investigadores não compreendem bem como é que as repetições realizadas de forma lenta com pesos leves podem ter um efeito mais potente do que as repetições realizadas a uma velocidade normal.
Eles também descobriram que a realização das repetições lentas promoveu uma maior libertação de hormona de crescimento e níveis mais reduzidos de cortisol. Os músculos também usaram uma maior quantidade de oxigénio quando realizaram as repetições lentas.

Os investigadores concluíram:
O treino de resistência de baixa intensidade com movimentos lentos é eficiente para aumentar a força e massa muscular, mesmo em indivíduos idosos.
Uma vez que o treino de resistência de baixa intensidade com movimentos lentos tem um menor risco de provocar lesões ortopédicas e eventos cardíacos, este deveria ser usado como contramedida contra a sarcopenia.

Fonte: http://www.musculacao.net

Postado As 02:38 Por Unknown

sábado, 12 de abril de 2014

Postado As 12:00 Por Unknown

terça-feira, 8 de abril de 2014

Programa de treino de Lazar Angelov

Lazar Angelov

 

1º dia: Peitoral, Abs

Supino plano: 4 Séries de 8 Repetições.
Supino inclinado: 4×8
Supino declinado: 4×8
Pullover: 4×12
Supino agarre neutro: 3×12
Fundos peitoral: 3×12
Sit ups com peso: 4xfalha
Flexão do quadril em barra fixa: 4xfalha
Flexão lateral do tronco: 4xfalha
Crunch cruzado no chão: 4xfalha

2º dia: Costas

Remada inclinado com barra: 4×8
Levantamento terra: 4×8
Puxada na frente com polia alta: 4×8
Tração na barra fixa: 4×8
Remada com polia baixa: 4×8
Encolhimentos com polia baixa: 6×10

3º dia: Deltoides, Abs

Desenvolvimento com barra à nuca: 3×8
Desenvolvimento com máquina: 4×8
Elevação lateral: 4×10
Elevação frontal com anilha: 4×10
Elevação frontal: 4×10
Elevação posterior em máquina: 4×10
Elevação posterior com halteres: 4×12
Sit ups com peso: 4xfalha
Flexão do quadril em barra fixa: 4xfalha
Flexão lateral do tronco: 4xfalha
Crunch cruzado no chão: 4xfalha

4º dia: Braços

Supino com agarre fechado: 4×8
Tríceps pulley: 4×8
Triceps testa: 4×10
Kickback com polia alta: 4×12
Rosca direta com barra EZ: 4×8
Rosca direta com agarre afastado: 4×8
Rosca martelo: 4×8
Rosca concentrada: 4×12
Flexão dos punhos com barra atrás: 4xfalha
Rosca punho inversa: 4xfalha

5º dia: Pernas, Abs

Agachamento: 4×12
Agachamento-caixa: 4×12
Agachamento búlgaro: 4×12
Cadeira flexora: 4×16
Levantamento terra a pernas retas: 4×12
Mesa flexora: 4×16
4 apoios: 4×20
Elevação de panturrilhas na máquina: 4×20
Elevação de panturrilhas sentado: 4×20
Elevação de panturrilhas na leg press: 4×20
Sit ups com peso: 4xfalha
Crunch bicicleta: 4xfalha
Flexão lateral do tronco: 4xfalha
Rotação do tronco com barra: 4xfalha

Como pode ver, o volume do programa de treino de Lazar é bastante elevado, o que faz com que os seus treinos possam chegar a durar até 2 horas.
Apesar de gostar de exercícios aeróbicos, Lazar tenta evitar o exercício cardiovascular, pois afirma que este o faz perder bastante massa muscular. Nas raras ocasiões em que faz cardio, ele alterna entre HIIT (sprints) e cardio normal, e as suas sessões nunca duram mais de 20 minutos.


Lazar Angelov

Dieta actual de Lazar Angelov

1ª Refeição: Aveia, Ovos, Manteiga de Amendoim e Toranja.
2ª Refeição: Arroz, Frango e Bróculos.
3ª Refeição: Pasta, Atum e Abacate.
4ª Refeição: Arroz, Frango.
5ª Refeição: Salmão e Salada Verde.
6ª Refeição: Queijo fresco magro e Bróculos.

Quando se prepara para uma competição ou pretende ficar mais definido, Lazar começa por deixar de ingerir carbohidratos cerca de 4-5 horas antes de ir para a cama.
O segundo passo é ciclar carbohidratos e depois passar para uma dieta cetogénica. Isso acontece quando ele já está com cerca de 5% de bf. Quando tem pouco tempo para ficar definido, ele passa logo a seguir uma dieta cetogénica; desta forma perde mais massa muscular, mas também fica definido de forma mais rápida.

 Fonte: http://www.musculacao.net/dieta-e-treino-de-lazar-angelov/

Postado As 06:50 Por Unknown

sábado, 5 de abril de 2014

Para conseguir exercitar os triceps ao máximo, nenhuma fibra muscular deve ser poupada.

Os exercícios de trícipete que consistem em extensões verticais descendentes são mais orientados para dar forma ao músculo, enquanto que os movimentos pesados, que consistem em empurrar a carga no sentido ascendente, conferem mais volume ao tricep.

Extensão de tricep sobre a nuca sentado
(com haltere)

POSIÇÃO INICIAL: Sente-se num banco baixo e eleve o haltere acima da cabeça, segurando-o com ambas as mãos, pressionando a palma das mãos contra o interior do disco do haltere.
MOVIMENTO: Com um movimento lento e contínuo, mantendo os antebraços atrás da cabeça, desça o haltere abaixo da nuca, elevando-o em seguida até à extensão completa dos braços. A força deve partir dos cotovelos. A descida não pode ser excessiva, senão, correrá o risco de lesionar os tendões dos cotovelos. Na fase mais baixa da descida, os antebraços devem ficar quase paralelos ao chão.

Supino com barra curva com pega fechada
(pés levantados)

POSIÇÃO INICIAL: Sendo este um exercício pesado, a utilização da barra curva permitirá aliviar alguma da pressão que se imporia nos pulsos com a barra recta. Com uma barra recta, os pulsos são forçados a rodar mais para fora, podendo criar uma posição desconfortável com cargas mais pesadas. Deite-se de costas num banco e segure na barra pela curvatura interior.
MOVIMENTO: Empurre o peso no sentido ascendente, depois, desça a barra até tocar com as mãos no peito. Este exercício pode ser executado com os pés levantados, mas, com cargas mais pesadas, o atleta também pode optar por deixar os pés no chão, para ganhar estabilidade.

Extensão de triceps deitado
(supino francês)

POSIÇÃO INICIAL: Deite-se de costas num banco plano, segurando uma barra curva sobre a cabeça, com a pega na curvatura interior.
MOVIMENTO: Mantendo o braço imóvel desde o ombro até ao cotovelo e fazendo a flexão apenas do cotovelo para a frente, mobilizando somente o antebraço, desça a barra até à cabeça, voltando a subi-la até à posição inicial em seguida.

Extensão de tricípetes com cabo em barra V

POSIÇÃO INICIAL: Em pé, usando uma barra V, desça o cabo até ficar com os antebraços quase paralelos ao chão.
MOVIMENTO: Mantenha os cotovelos imobilizados, bloqueados ao lado do tronco, sempre a apontar para o chão. Desça a barra flectindo os tricípetes, trazendo-a até perto das coxas. No momento mais baixo da descida, aperte os tricípetes ao máximo, para conseguir uma contração ainda mais forte.

Postado As 17:22 Por Unknown

A cabeça longa do tricep é a maior que temos a constituir o tricep, ela irá dar-te tamanho ao braço.... aqui fica um treino para desenvolver esta zona, by: Flex


Supino com pega fechada      3x 6-8
Extenssao com halter á nuca  3x 8-10
Press françês (barra á testa)   3x 8-10
Puxador tricep cabo               3x\12-15

Postado As 17:18 Por Unknown

sábado, 29 de março de 2014

Descubra como a musculação pode ser de grande auxilio para as pessoas que possuem a genética de braços finos e quais tipos de exercícios e treinos podem ser feitos para melhorar este aspecto.

Um dos principais problemas de pessoas com ossos alongados, estruturas de ectomorfos e indivíduos de grande porte físico é conseguir uma proporção boa entre o tronco e a largura dos braços. E não é atoa que atletas como Milos Sarcev, Ben Pakulski e Markus Ruhl parecem ter os braços bem menores do que outros como Lee Priest, Phil Heath ou Evan Centopani.

Musculação pode ajudar a modificar a genética de braços finos?
Mas, será que há alguma solução para isso? Será que podemos minimizar o efeito de desproporção ou de braços finos? Se possível, o que devemos alterar em nossa rotina? O treinamento específico de braços? A dieta? O treino como um todo? Vamos tentar entender e aprender tudo isso neste artigo, para que as pessoas que tenham braços finos, possam sair deste artigo com a diretriz certa para melhorar este aspecto.

O motivo da diferença entre aparência de braços finos e braços grossos

Normalmente, mais do que o tamanho em circunferência em si dos braços, o mais influenciável para a aparência dos mesmos em um shape de um bodybuilder é a sua composição e estrutura corpórea como um todo, na medida em que, mesmo tendo braços grossos, mas tendo um tronco relativamente grande e grosso também, favoreceremos uma aparência de braços finos.
Diferentemente de shapes onde há um ectomorfismo presente, mas uma linha óssea relativamente propícia para músculos, como Frank McGratch, normalmente os que aparentarão ter maior densidade na região dos braços são atletas de menor altura, como Lee Priest ou Flex Lewis.
Infelizmente, essas características ósseas não são modificadas significativamente, devendo nós então, focar no trabalho muscular em si.

A genética

Obviamente, fatores genéticos na musculação, interferem significativamente na construção corpórea de um bodybuilder, seja ele free drug bodybuilder (atletas que não usam esteroides) ou não. Mesmo a quebra de genética possui limites, mas limites esses que podem mudar por completo um corpo se atingidos. É o caso, por exemplo, de Jay Cutler, um atleta tipicamente endomorfo, com ossos infelizmente um tanto quanto alongados (apesar da densa estrutura), mas que principalmente nos primeiros anos de profissionalismo, aparentavam pequenos quando comparados ao resto do corpo. Outro caso de mudança na genética também é o de Ronnie Big Coleman que acabou por modificar sua genética ao decorrer dos anos e terminou parecendo ter braços mais finos do que a comparação com o tronco.
A genética em si não deve ser um fator limitante para os seus ganhos. Você deve ter em mente que a necessidade de sempre tentar ultrapassá-la é o que moverá seu corpo ao progresso.
Como, em primeira instância Jay Cutler foi citado, este também pode ser citado como um exemplo de superação de genética. Ao observarmos seus braços nos dois últimos olímpias, ou três (visto o último ter gerado algumas polêmicas), vemos braços bem mais proporcionais ao tronco que também não obteve perdas, mas progressos. O que nele foi mudado? Obviamente, a forma de treinar, comer e periodizar seu treinamento para membros superiores, dando assim uma melhor possibilidade de crescimento para a região específica dos braços. Mas, como poderíamos nós fazer isso?

A relação dos braços finos com a musculatura

Sabe-se que aproximadamente ¾ da musculatura que constitui o tamanho dos braços é proporcionada pelos tríceps, ou seja, a volumização da região é decorrente mais dos tamanhos dos tríceps do que do tamanho dos bíceps, sendo esses segundo, fundamentais mais para aspectos relacionados com a qualidade e picos dos braços. Entretanto, tanto os tríceps quanto os bíceps contribuirão no aspecto de “braços largos”. E é aí que mora um grande problema:
Diferença entre genética de braços finos e braços grossos~

Indivíduos com osso mais alongados terão braços mais finos quando comparados com indivíduos de ossos mais encurtados. E não é a toa que baixinhos se destacam nisso. Mas, se conseguirmos proporcionar um trabalho o qual vise maior recrutamento da fibras no sentido horizontal na posição anatômica dos bíceps há grande possibilidade que esses comecem a se tornar um pouco mais alargados, sejam por aspectos de hipertrofia ou até mesmo pela própria hiperplasia.

Os exercícios que recrutam melhor o sentido horizontal dos braços


Saber escolher os tipos de exercícios para tais necessidades é fundamental e interferirá sim no resultado.
Em primeira instância, caso estejamos falando da construção muscular bruta, o primeiro fator a ser observado é o da necessidade de exercícios básicos. Entretanto, esses exercícios básicos podem sofrer algumas adaptações as quais possibilitarão melhor esse recrutamento o qual buscamos.
Vamos, por exemplo, propor a rosca direta como nossa primeira ideia de trabalho, porém adaptada com a utilização de um arm blast ou até mesmo a parte reta de alguns apoios de Scott Machine (em pé). Naturalmente se proporcionarmos uma perfeita movimentação e apoio da parte dorsal dos braços nessa região do equipamento, faremos com que uma torção dos polegares para fora possibilite um recrutamento muscular muito mais horizontal a parte interna dos bíceps do que quando comparado a rotação em sentido interno, que muitas vezes é natural na execução de exercícios totalmente livres. Além dessas próprias variações, podemos propor roscas 45º ao invés de roscas alternadas com o banco em 90º, roscas scott tradicionais e etc. A utilização de barras retas também tornam-se mais convenientes.
Exercícios de bíceps que recrutam melhor o sentido horizontal são: Rosca Spider, Rosca Scott com barra reta, Rosca cruz com polia alta, rosca direta com pegada aberta.

Ben Pakulski treinando na rosca direta com acessório Arms Blast

Já no que se diz respeito aos tríceps, mais importante do que quaisquer outros aspectos é conseguir trabalha-lo por completo com exercícios mais básicos possíveis.
É o caso, por exemplo, de utilizar menos cordas nas extensões e utilizar mais barras retas, utilizar menos roscas francesas unilaterais e utilizar mais tríceps testa e/ou supinos fechados e assim por diante. Esses exercícios que serão substituídos, normalmente recrutam mais a cabeça lateral dos tríceps, as quais não proporcionarão tão grande aparência de largura nos braços, mas sim, de qualidade, definição e detalhamento da região.
Os exercícios de tríceps que recrutam melhor o sentido horizontal são: Mergulho, francês com as duas mãos, testa, extensão reversa no pulley.

Levando em consideração o braço de potência e o braço de resistência: A amplitude


Um aspecto técnico pouco conhecido pelos praticantes de musculação, mas que serve de grande aplicabilidade para o treinamento de braços são o chamado braço de potência e braço de resistência.
Para que pudéssemos entender completamente esses dois conceitos, iríamos entrar em aspectos biomecânicos que não nos convém entrar a momento. Mas é indispensável que saibamos de algumas definições as quais nos auxiliarão a entender o porquê da importância dos braços de potência e resistência. São eles:

- Ponto de apoio: Eixo de uma alavanca que poderá ser rodada. Esse conceito no corpo pode ter como clássico exemplo, as articulações.
- Força de resistência: Força que deve ser vencida pela alavanca. Na prática é, por exemplo, o peso de uma carga a qual controlamos na fase excêntrica de um movimento.
- Força de potência: Força aplicada à alavanca para mover determinada carga. Na prática, pode ser a força que fazemos para erguer um peso.
Dessa forma, adicionalmente as forças obtidas nesse conceito, podemos entender o que são os braços de potência e resistência, sendo o primeiro a distância entre o ponto de apoio (articulação) até a aplicação máxima da força e o segundo a distância do ponto de apoio até o final da resistência.

O que isso significa?

Imaginemos, na rosca direta um indivíduo a erguer seu braço para levantar a barra ele esteja executando seu braço de potência, por conseguinte, na fase excêntrica, seu braço de resistência. Mas, fui injusto: O que eu não havia dito é que quanto maior é o braço de resistência, maiores são as chances de atingirmos a extensão do músculo alvo. Dessa forma, fica óbvio perceber que com a informação de que quanto maior seja o braço de resistência, maiores são as quantidades de fibras musculares recrutadas, então, fica óbvio também perceber que quanto propomos um exercício com maior amplitude na musculatura alvo, melhores serão os resultados obtidos.
E isso é bastante óbvio: Perceba que nem sempre os indivíduos que mais levantam pesos nos ginásios utilizando roubos e execuções inadequadas são os que apresentam um maior volume muscular. Isso poderia ser explicado por “N” fatos, entre eles o que foi supramencionado.
Proporcionar um trabalho com uma amplitude maior é interessante a evitar desníveis musculares, ou musculaturas, com formatos encurtados, como não é nem um pouco incomum vermos em boa parte dos indivíduos. Apesar disso, essa amplitude, em especial na fase de extensão dos cotovelos (extensão de tríceps na fase concêntrica e bíceps na fase excêntrica) também deve receber cuidado. Não é incomum também, vermos rupturas ou lesões em articulações nesses movimentos. Assim, a amplitude deve existir, mas deve respeitar as condições e limitações biomecânicas do atleta em questão. Esse aspecto deve receber cuidado ainda maior em exercícios no branco scott, seja máquina ou livre.

Braço de resisitência
Conclusivamente, procure realizar com maior braço de resistência SEMPRE os exercícios.


Treinar braços separadamente ou treiná-los com outros músculos?


Indivíduos que possuem braços relativamente finos e querem melhorar esses aspectos, normalmente acreditam em um trabalho isolado para os braços, reservando um dia apenas para eles. Obviamente, isso não é via de regra visto grande parte dos atletas também o fazerem. Entretanto, ao falar do estímulo em si em braços, devemos levar alguns pontos em consideração.
O primeiro deles é perceber que durante o trabalho de outros músculos, os braços também são solicitados grandemente: Supinos (peitorais), Desenvolvimentos (deltoides), puxadas e remadas (dorsais) e assim por diante. Até mesmo no trabalho de pernas os braços são recrutados. Dessa forma, treiná-los isoladamente e com grande volume pode significar overreaching e consequentemente excesso de treinamento, prejudicando o crescimento na recuperação.
Por outro lado, não podemos dizer que treinar braços com outros músculos sejam sempre as melhores opções, visto a necessidade do trabalho específico para os braços.
Caímos, portanto, naquele velho platô da periodização e de sua necessidade. Se há mesmo uma diretriz importante, essa é procurar treinar das duas formas em períodos diferentes e saber equilibrar o volume entre ambas e entre o uso dos braços com outros grupamentos musculares.
Seja esperto e coerente. Isso é fundamental nos resultados.

Diminuir a frequência dos treinamentos pode significar mais resultados


Algo que insisto bastante é na necessidade de diminuir o treinamento para os músculos que temos dificuldades no desenvolvimento. Ao contrário do que muitos imaginam, isso pode ser mais eficaz do que treiná-los excessivamente. Normalmente, maus ganhos relacionados ao crescimento não estão na falta de treinamento, mas no excesso dele.
musculacao-ajuda-mudar-genetica-bracos-finos
Obviamente, quando falamos na necessidade de um desenvolvimento em uma determinada parte de um músculo ou no aprimoramento dele em especificidades mínimas como fazem os profissionais, algum enfoque pode ser conveniente, mas no caso de crescimento bruto, esse não é o melhor caminho a ser seguido.
Como sabemos, a necessidade de uma adequada recuperação muscular envolve muito mais aspectos anabólicos do que o treinamento em si, que é catabólico. Assim, treinar muito, desgastar muito e catabolizar muito sem dar chances para que haja tempo para a supercompensação pode ser um tremendo erro!
Treinar braços mais do que uma vez na semana, seja com um grupamento maior ou seja de modo isolado, não é uma boa opção! Portanto, cuidado!

Sugestões de treinamento de braços

Aqui ficará uma dica e sugestão de treinamento de braços o qual poderá ser grandemente utilizado para indivíduos que treinam braços com outros grupamentos maiores  e também sugestões para indivíduos que treinam braços de forma isolada.
Essas são apenas sugestões de treinamento que podem ou não ser convenientes a um indivíduo. Portanto, as necessidades individuais devem ser cautelosamente avaliadas antes de seguir qualquer um deles.
O tempo de descanso também pode ser variável de acordo com a individualidade biológica, mas não deve ser menor do que 30 segundos entre as séries e não deve ultrapassar 3 minutos em casos de treinamentos de força intensos.
- Tríceps -
# 1 – APÓS o treinamento do grupamento maior:
Barras paralelas – 8-8-6
Extensão de tríceps pulley com pegada inversa e barra w – 10-8-8-6
Extensão de tríceps testa na polia alta com corda unilateral – 12-10-8
# 2 – Treinamento isolado:
Extensão de tríceps na polia com corda – 12-10-8-6
Supino fechado – 10-8-6-4
Extensão de tríceps testa com barra EZ – 10-8-6
Francesa unilateral com halteres – 12-10-8
- Bíceps –
# 1 – APÓS o treinamento de um grupamento maior:
Rosca direta com barra reta e pegada aberta – 10-8-6
Scott Unilateral na máquina – 12-10-8
Rosca martelo simultânea com halteres em pé – 12-10-8
Superset com rosca inversa com barra reta na polia – 10-10-8
# 2 – Treinamento isolado:
Rosca Scott unilateral com halter – 12-10-8
Rosca alternada com halters em pé – 10-8-6-6
Rosca direta com barra EZ – 10-8
Rosca martelo com corda na polia – 12-10-8
Rosca inversa com barra EZ – 12-10-8
Conclusão:
Indiscutivelmente é possível concluir que a musculação pode contribuir largamente no aumento não só da musculatura dos braços, mas do corpo inteiro de acordo com nossos objetivos. Apesar de contribuir em um aumento geral (hipertrofia/hiperplasia), a musculação ainda pode “modelar” a musculatura. Porém, para que tal exercício possa ser realmente eficaz ao que se busca, faz-se necessário conhecer algumas diretrizes biomecânicas. Assim, indispensavelmente um profissional de Educação Física é algo a ser considerado.

fonte:http://dicasdemusculacao.org/genetica-de-bracos-finos-podemos-melhorar-isso-com-a-musculacao/

Postado As 15:05 Por Unknown